segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A câmara fotográfica estava lá....


Não desviem este prédio pessoal....
Acelera-me esse avião...


Por favor: não avisem que anda aí um avião descontrolado...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A tatuagem de Breno ...

Bruno e Breno eram um casal gay apaixonadíssimo. Eles adoravam-se, tinham bons empregos, viviam juntos num belo apartamento...enfim, eram muito felizes. Certo dia, Breno estava de folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar.

Breno, então, resolver fazer uma linda surpresa ao seu amado. Enquanto Bruno estava no trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês(B) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno; no lado direito, a letra inicial de Bruno.

Breno achou que isso seria uma prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para sempre gravadas nas suas nádegas. Feliz, com as duas letras B tatuadas, uma em cada lado, Breno voltou para casa no final da tarde, com a intenção de fazer a surpresa ao Bruno.

Breno então foi para o quarto tirou a roupa, e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno a entrar em casa, ficou de quatro em cima da cama com o posterior tatuado voltado para a porta do quarto, numa posição quase ginecológica.

Bruno então entrou no quarto, viu aquele rabo tatuado virado para ele e parou, estupefacto, mal acreditando no que via.

Breno, sorriu, e perguntou:

- Então, amor, gostaste?

E Bruno, sem conseguir conter uma lágrima que descia pelo seu rosto, limitou-se a perguntar:

- Quem é o BOB?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Amanhecendo em ti

É da tua boca o gosto das cerejas matinais
Quando os nossos lábios se descobrem ao nascer
Do sol, nas áleas quedas da cidade, ancestrais,
Onde vagueia a frutuosa brisa do prazer.

E o tempo pára sem urgência nesse instante
E sem pressa me aconchego no teu corpo
Como um navio que acosta no seu porto
E do revoltoso mar já só evoca o som distante.

Amanhece em nós a euforia dos sentidos,
Na tua pele a minha pele consumida
Estremece a cada gesto impaciente da investida.

E já despontam sonhos derramados em sorrisos
Quando a manhã acorda em tons de fogo e de doçura
Deixando nos lençóis o aroma etéreo da ternura ... 


Ana Lee

O poder da música ....


NOTA 1: Será que não se podia fazer uma experiência com o Zé Cabra, o Quim Barreiros e outros exemplares da fauna musicae (perdão: fauna ruidosa) que por aí ganha a vida a vender discos de plástico e carbono?

NOTA 2: Foi só uma ideia que me ocorreu. E numa preocupação mormente científica/humanitária.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

NOVA LÍNGUA PORTUGUESA

Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado!

As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico'. De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa' e agora são 'assistentes operacionais'. Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'. E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '. O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez'. Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'.

Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores'; as fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas' e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'. O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante. Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'. A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.

Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'. Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação', os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'. Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...). As prostitutas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
 
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.

E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico. Estamos "tramados" com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.

Canalhíadas

Se CAMÕES fosse vivo, escreveria assim os "Canalhíadas" (CAMÕES versão atual)

Canalhíadas


I

As sarnas de barões todos inchados

Eleitos pela plebe lusitana

Que agora se encontram instalados

Fazendo o que lhes dá na real gana

Nos seus poleiros bem engalanados,

Mais do que permite a decência humana,

Olvidam-se do quanto proclamaram

Em campanhas com que nos enganaram!
 
II

E também as jogadas habilidosas

Daqueles tais que foram dilatando

Contas bancárias ignominiosas,

Do Minho ao Algarve tudo devastando,

Guardam para si as coisas valiosas

Desprezam quem de fome vai chorando!

Gritando levarei, se tiver arte,

Esta falta de vergonha a toda a parte!
 
III

Falem da crise grega todo o ano!

E das aflições que à Europa deram;

Calem-se aqueles que por engano

Votaram no refugo que elegeram!

Que a mim mete-me nojo o peito ufano

De crápulas que só enriqueceram

Com a prática de trafulhice tanta

Que andarem à solta só me espanta.


Luíz Vaz Sem Tostões

terça-feira, 30 de outubro de 2012

domingo, 28 de outubro de 2012

Grande Verdade ou Verdade Grande?


Grandes Verdades.
Verdades Grandes.

Campanha Eleitoral.


Sendo campanha eleitoral, só pode estar a mentir. Provavelmente, será uma folhita de parra. Só para um dos lados: e a cada um de proteger, à frente, atrás, ou alternar.

Nota:
Se for para lá o PS, será igual.
Aliás, foram dirigentes do PS que nos meteram nisto:
Guterres e Sócrates.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

AS LIÇÕES DA HISTÓRIA: Winston Churchill sobre Portugal em 1948.


“Se Portugal assume hoje lugar de destaque no calendário diplomático das nações, não o deve só à sua posição geográfica e marítima, pois ela sempre existiu através dos vários acontecimentos internacionais, mas sem resultados plausíveis. A razão é outra, não menos digna de ser citada: o exemplo honesto do viver português; a clareza da sua administração; a seriedade dos seus princípios de franca e leal colaboração e cooperação pela paz e pelo progresso da civilização”.

Winston Churchill – 1948


Ter-se-á enganado no país?