sexta-feira, 30 de março de 2012

Finalmente provado.

A concha de sopa de prata.

A mulher do João foi trabalhar e fazer um curso de 6 meses nos Estados Unidos. O João, é claro, contratou uma bela empregada para os afazeres domésticos... Um dia, sua sogra liga e avisa que vai até lá para jantar. Durante a refeição, a velha não pode deixar de notar, o quanto a empregada era atraente e sensual. Após o jantar, ela começa a imaginar se havia "mais alguma coisa" entre seu genro e a empregada, e fica dando umas indiretas. Fica falando da labuta da filha numa terra estranha para juntar dinheiro para a família, essas coisas...

Lendo os pensamentos da sogra, João diz:
- Eu sei o que a senhora deve estar pensando, mas posso assegurar que meu relacionamento com a empregada é puramente profissional! Os dois deram a conversa por encerrada e terminando o jantar, a sogra foi embora.

Uma semana depois, a empregada vira para o João:
- Desde que a sua sogra veio para jantar, a concha de sopa de prata sumiu. Você não acha que ela levou, acha?

João responde:
- Bem, eu achava que aquela jararaca poderia ser tudo, menos ladra... Mas mesmo assim vou escrever um e-mail para ela, só para ter certeza...

Então ele escreve - com cópia pra esposa nos EUA - só de sacanagem:
"Querida sogrinha, eu não estou querendo dizer que a senhora "pegou" a concha de sopa da minha casa, e não estou querendo dizer que a senhora "não pegou" a concha de sopa; mas o fato é que ela sumiu desde o dia em que esteve aqui para o jantar."

No dia seguinte, João recebe um e-mail de sua sogra - também com cópia para a esposa - dizendo:
"Querido genro, eu não estou querendo dizer que você "dorme" com a empregada, e não estou querendo dizer que você "não dorme" com a empregada; mas o fato é que, se ela estivesse dormindo na própria cama, já teria achado a concha de sopa que eu coloquei lá, bem debaixo do travesseiro.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Comunicação entre sexos diferentes.

Vacina contra o cancro (na mulher).

Está hoje bem comprovado:

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FALTA DE SEXO PROVOCA CANCRO NA MULHER.

VACINA-TE.
FAZ OS REFORÇOS.

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Bula medicamentosa:

1) Como todo e qualquer fármaco, tem de ser tomado nas condições ideais. Uma rapidinha, não lhe fará mal nenhum. Mas não obterá o mesmo resultado que pode alcançar com a devida exposição ao fármaco.

2) Para o melhor aproveitamento do fármaco, recomenda-se que as tomas sejam regulares (também chamadas de reforço). Não existe uma posologia claramente determinada. No entanto, existe na comunidade científica um razoável consenso em definir excesso de fármaco como mais de três tomas por dia, e, ausência de fármaco se houver menos de uma toma por semana.

3) Ainda para o melhor aproveitamento do fármaco, sugere-se um ambiente agradável, com boa compania (não sendo mesmo necessário que a companhia seja boa), música a condizer, uma refeição ligeira que seja (um medicamento não deve ser tomado em jejum), iluminação adequada. Calha sempre bem que a melhor higiene e prevenção estejam presentes no momento da toma.

4) A toma ideal, deve ser longa, não apressada, investindo-se tempo em preliminares tais, como sejam, beijos, carícias, massagens, palavrinhas malandramente valorizadoras. Está comprovado que a VACINA, tem efeitos altamente potenciados quando é previamente acompanhada dos cuidados já referidos.

5) Deve-se evitar, a bem da saúde, a divulgação pública ou até privada, dos detalhes envolvidos neste tratamento com carácter idealmente e igualmente preventivo. Esta divulgação pode deteriorar de forma irreversível todas as vantagens acumuladas anteriormente.

6) Não são conhecidas contraindicações. Mas evite as tomas ao volante.

7) Seja criterioso. Seja criteriosa. Haja bom senso. A VACINA nas condições referidas pode fazer maravilhas. Até mesmo à seringa :).

Também queres?

Afrontar o Rei (Afonso X) através da poesia.

NOTA: No decorrer deste texto, encontra-se uma palavra desconhecida: maravedis. Era o nome dado à moeda internacional, ao dinheiro. Os maravedis, existiram durante séculos e foram a moeda padrão internacional, coexistindo com outras moedas de uso mais regional/nacional.

AVISO: QUALQUER SEMELHANÇA ENTRE OS EPISÓDIOS NARRADOS NOS PARÁGRAFOS SEGUINTES E A REALIDADE ACTUAL, É PURA COINCIDÊNCIA.

A cantiga abaixo é uma das mais engenhosas do cancioneiro escarninho. O fidalgo, Gil Pérez Conde, que servira o rei Afonso X na guerra, queixa-se das dificuldades em obter as soldadas correspondentes aos serviços prestados. Por outras palavras, acusa o rei de “mau pagador” — o que neste caso significa acusá-lo de mau cumpridor das obrigações geradas pelos vínculos de vassalidade.

Os vossos meus maravedis, senhor,
que eu non ôuvi, que servi melhor
ou tan ben come outr’a que os dan,
ei-os d’aver enquant’eu vivo for,
ou a mia mort’, ou quando mi os daran?

A vossa mia soldada, senhor Rei,
que eu servi e serv’e servirei,
com’outro quen quer a que dan ben,
ei-a d’aver enquant’ a viver ei,
ou a mia mort’, ou que mi faran en?

Os vossos meus dinheiros, senhor, non
pud’eu aver, pero servidos son,
Come outros, que os an de servir,
ei-os d’aver mentr’eu viver, ou ponmi-
os a mia mort’ o a que os vou pedir?

Ca passou temp’ e trastempados son,
ouve an’e dia e quero-m’ en partir.

(Gil Pérez Conde, Trovador Medieval, século XIII)

Os artifícios poéticos encontrados pelo nobre são engenhosos e bem humorados. Joga com o duplo uso de pronomes possessivos, “vossos” e “meus”, referindo-se aos maravedis que estavam de posse do rei, mas que por direito deveriam ser seus. “Os vossos meus maravedis”, “A vossa mia soldada”, “Os vossos meus dinheiros” — o trovador pergunta se os receberá durante a vida ou somente à hora da morte.

O “duplo possessivo” aqui empregado, com originalidade absoluta, é um exemplo notável daquela capacidade de trazer o confronto para dentro de uma única expressão.

A expressão “senhor” repetida em cada uma das três estrofes (por exemplo, “senhor rei”) assume um sentido a mais além do vocativo respeitoso. Competem, nesta forma, o modelo do “bom vassalo” e o contramodelo do “mau suserano”.

Numa outra cantiga chega a pedir “um bom fiador”, um judeu, mas um judeu que aceite ir à guerra, para que possa ir à próxima cavalgada.

Sospeita-m’el e el eu;
mais entregue-m’ un judeu
por mia soldada
e, se el for, irei eu
na cavalgada

E, se non, ficar-m’ ei eu
na mia pousada”

(Gil Pérez Conde, estrofes finais)

Exigir um “fiador”, num universo de valores vassálicos fundamentado na honra e na fidelidade, concede à cantiga não apenas uma solução bem humorada como também uma crítica mordaz ao monarca centralizador, que invoca a fidelidade vassálica apenas quando lhe interessa.


AVISO: QUALQUER SEMELHANÇA ENTRE OS EPISÓDIOS ACIMA NARRADOS E A REALIDADE ACTUAL, É PURA COINCIDÊNCIA.

O Alentejano, O Alfacinha e o Tripeiro

Um Alentejano, um Alfacinha, e um Tripeiro foram surpreendidos embriagados na Arábia Saudita, país onde o consumo de álcool é rigorosamente interdito.

O Sultão decide puni-los. Mas, para evitar incidentes diplomáticos, resolveu ser benevolente.

"Para o consumo de álcool, terão uma punição de 50 chicotadas. Mas, porque são estrangeiros e desconheciam a interdição, vou ser bom para connvosco. Antes da punição cada um de vocês pode pedir um desejo."

O Alfacinha adiantou-se:

"Peço que me amarrem uma almofada às costas antes de ser chicoteado."

O seu desejo é realizado, mas, a almofada, sob a força dos golpes de chicote, rompe, infelizmente ao vigésimo quinto impacto. O Tripeiro, ao ver o sucedido, pede que lhe amarrem duas almofadas às costas.

Assim foi solicitado, assim foi feito, mas ... infelizmente as almofadas rasgaram-se, depressa demais!

Agora o Sultão dirige-se ao Alentejano e diz-lhe:

"Uma vez que és Alentejano, e porque eu sei o que é viver sob tão grandes temperaturas, serei particularmente indulgente contigo! Tens direito a dois pedidos. Escolhe bem!"

O Alentejano diz:

"Já escolhi. O meu primeiro desejo é de receber 100 chicotadas em vez das 50."

Tripeiro e Alfacinha olham-se estupefactos e tomam-no por louco.

O Sultão diz:

"Não consigo compreender-te, mas o dobro dos golpes são-te concedidos. E o teu segundo desejo?"

O Alentejano respondeu:

"Que me amarrem o Tripeiro às costas!"

Olavo Bilac ... Delirava?

DELÍRIO

Nua, mas para o amor não cabe o pejo

Na minha a sua boca eu comprimia.

E, em frêmitos carnais, ela dizia:

Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!


Na inconsciência bruta do meu desejo

Fremente, a minha boca obedecia,

E os seus seios, tão rígidos mordia,

Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.


Em suspiros de gozos infinitos

Disse-me ela, ainda em grito:

Mais abaixo, meu bem!? num frenezim.


No seu ventre pousei a minha boca,

Mais abaixo, meu bem! ? disse ela, louca,

Moralistas, perdoai! Obedeci...


OLAVO BILAC

Comunicado do Vaticano:

Informa-se as crentes de que estar na cama nuas, enroladas com alguém e gritar

"Oh Meu Deus"

"Oh Meu Deus"

NÃO SERÁ

considerado como oração.

Só nos Estados Unidos....

1ª Cena.

Esta história aconteceu em Charlotte, na Carolina do Norte, e mostra a vulnerabilidade do sistema legal dos EUA.

Um advogado comprou uma caixa de 24 charutos muito raros e caros, e segurou-os contra todos os riscos. Incluindo incêndios. Passado um mês, e depois de ter fumado todo o stock dos tais maravilhosos charutos, o advogado apresentou à companhia de seguros um pedido de indemnização - alegando que os seus charutos tinham sido destruídos numa série de pequenos incêndios. A companhia de seguros recusou-se a pagar, alegando a razão óbvia: o senhor tinha consumido os charutos pela forma habitual a que eles se destinam.

O advogado instaurou um processo contra a companhia de seguros, e GANHOU!!! Na sentença, o juíz concordou com a alegação de falta de seriedade da queixa, aduzida pela companhia de seguros. Mas, apesar disso considerou que o advogado era titular de uma apólice, na qual se garantia que os charutos era seguráveis, e também se garantia que ficava seguro contra incêndios sem definir o que razoavelmente deva ser considerado como tal (como seria o caso de os charutos serem fumados), e condenou a companhia a pagar a indemnização pedida.

Em vez de perder tempo e dinheiro com recursos caros, a companhia de seguros decidiu aceitar a sentença, e pagou ao advogado 15.000 dólares, a título de prejuízo sofrido pela perda dos seus charutos numa série de pequenos incêndios.

2ª Cena.

Quando o advogado recebeu o dinheiro, a companhia de seguros fê-lo prender preventivamente por acusação de 24 FOGOS POSTOS!!!

Com base na prova constante da alegação do próprio advogado e coligida no processo por ele intentado, o advogado foi considerado culpado de ter intencionalmente incendiado a propriedade segura, condenado a 24 meses de prisão, e multado em 24.000 dólares!!!


No ano seguinte, esta história, ganhou o primeiro prémio no Concurso de Advocacia Criminal.

Prelúdio à Fornicação


É favor clicar na imagem para abrir a hiperligação.
Aqui está apenas uma foto. A hiperligação, leva ao movimento "Allegro".

segunda-feira, 26 de março de 2012

Onde Mora o Pecado?


O

Pecado

Mora

Aqui


(Talvez) !!!!

A diferença entre tratar por ''tu'' e por ''você''

Vocês sabem a diferença entre o tratamento por tu e por você? Vocês pensam que sabem, mas vejam abaixo. Um pequeno exemplo, que ilustra bem a diferença:

O Director Geral de um Banco, estava preocupado com um jovem e brilhante director, que depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia. Então o Director Geral do Banco chamou um detective e disse-lhe:
- Siga o Dr. Mendes durante uma semana, durante a hora do almoço.

O detective, após cumprir o que lhe havia sido pedido, voltou e informou:
- O Dr. Mendes sai normalmente ao meio-dia, pega no seu carro, vai a sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes cubanos e regressa ao trabalho.

Responde o Director Geral:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.

O detective pergunta-lhe:
- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?
- 'Sim, claro' respondeu o Director surpreendido!
- Então vou repetir : o Dr. Mendes sai normalmente ao meio-dia, pega no teu carro, vai a tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes cubanos e regressa ao trabalho.

A língua portuguesa é mesmo fascinante!

10 Curtas Satíricas

1- Justiceiro é o soutien, que oprime os grandes e levanta os caídos.

2- O cristianismo fez a maior propaganda à fornicação quando a transformou em pecado.

3- O Deus que fez os homens nada tem a ver, obviamente, com o Deus que os homens fizeram.

4- Ginecologista é aquele que trabalha onde os outros se divertem.

5- Tipo tão azarento como ele nunca houve: teve um sonho erótico e acordou com uma doença venérea.

6- As mamas são como os comboios eléctricos em miniatura: feitos para as crianças, acabam sempre por ser os adultos a brincar com elas.

7- Hesitamos sinceramente entre o que será preferível: ter mau carácter ou não ter carácter absolutamente nenhum.

8- A continuar a agravar-se a crise económica, qualquer dia os vitelos nascem com napa em vez de couro.

9- Quanto mais alargamos a mentalidade mais comprimimos os princípios.

10- Portugal é um Estado de direito, governado por homens de direita e quase todos formados em direito. Curiosamente, há tanta coisa torta.

Tenha vergonha: poupe água. Seja ecológico.