DIABRETA ou DIABRETE que sejas... Para onde estás a olhar? Estou-te a ver !!!!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Companheiros e não rivais.
poema de Marina Colassanti
Eu sou uma mulher
que sempre achou bonito
menstruar
Os homens vertem sangue
Por doença
Sangria
ou por punhal cravado,
rubra urgência
a estancar
trancar
no escuro emaranhado
das artérias.
Em nós
O sangue aflora
Como fonte
No côncavo do corpo
Olho d´água escarlate
Encharcado de cetim
Que escorre
Em fio
Nosso sangue se dá.
De mão beijada
Entrega-se ao tempo
como chuva ou vento.
O sangue masculino
tinge as armas
e o mar
empapa o chão
dos campos de batalha
respinga as bandeiras
mancha a história.
O nosso vai colhido
Em brancos panos
Escorre sobre as coxas
Benze o leito
Manso sangrar sem grito
Que anuncia
A ciranda da Fêmea.
Eu sou uma mulher
Que sempre achou bonito
Menstruar
Pois há um sangue
Que corre para a morte.
E o nosso
Que se entrega para a LUA.
* * * * * * * * *
26/03/2004
Vacas loucas: a verdadeira explicação.
-Boa tarde! Estamos aqui para recolher informação sobre a razão do aparecimento da Doença das Vacas Loucas. Tem alguma ideia de qual será a razão?
Diz o camponês (muito admirado):
-A menina sabe que o boi dá uma queca na vaca uma vez por ano?
Ela (embaraçada):
-Bem ... senhor, uma nova informação, mas qual é a relação desse fenómeno com a doença?
Diz o camponês:
-Bem, menina, sabe que mugimos a vaca quatro vezes por dia?
-Senhor, é uma informação válida, sem dúvida... mas e se respondesse á questão?
-Eu estou a responder à questão, menina! Imagine se eu estivesse a brincar com as suas mamas quatro vezes por dia e se só lhe desse uma queca por ano, você também não ficava LOUCA????
Definiçao de pénis!!!
Não é morcego, mas entra em grutas;
Não é acordião, mas estica e encolhe;
Não é velho, mas fica com rugas;
Não bebe, mas baba-se;
Não é submarino, mas submerge;
Não pensa, mas tem cabeça;
Não é Árvore de Natal, mas tem bolas;
Não é gelado, mas chupa-se;
Não é soldado, mas ataca pela frente e por trás;
Não é atractivo, mas há quem o ache interessante!!!
Por que é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?
O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eram pequeninas, a mamã levava-as à casa de banho, e ensinava-lhes a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruíam-nas: "Nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinavam-lhes a "posição", que consiste em balançar-se sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o corpo delas tivesse qualquer contacto com o tampo da sanita.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que as acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos seus anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a bexiga delas está quase a rebentar.
Quando *TÊM* de ir a uma casa de banho pública, encontram uma fila enorme de mulheres. Até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignam-se a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de "tou aqui tou-me a mijar!".
Finalmente é a vez delas! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais" (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificam por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lançam-se lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entram e vêm que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa... Penduram a mala no gancho que há na porta... QUAAAAAL? Nunca há gancho!!
Inspeccionam a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não se atrevem a pousá-la lá, por isso penduram a mala no pescoço enquanto vêm como balança debaixo delas, sem contar que a alça lhes desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foram metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usam, mas que têm no caso de...
Mas, voltando à porta... como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixam as calças num instante e põem-se "na posição"...
AAAAHHHHHH... finalmente, que alívio... mas é aí que as suas coxas começam a tremer... porque nisto tudo já estão suspensas no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-lhes a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-lhes o pescoço!
Gostariam de se sentar, mas não tiveram tempo para limpar a sanita nem a taparam com papel; interiormente acham que não iria acontecer nada, mas a voz da mãe faz eco na cabeça e então ficam na "posição de aguiazinha", com as pernas a tremer... e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-as e molha-as até às meias!!
Com sorte não molham os sapatos... é que adoptar "a posição" requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a mente dessas desgraças, procuram o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezam aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que têm na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel... mas para procurar na mala têm de soltar a porta...???? Duvidam um momento, mas não têm outro remédio. E quando soltam a porta, alguém a empurra, dá-lhes uma traolitada na cabeça que as deixa meio desorientadas, mas rapidamente têm de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritam OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a sua mensagem e já podem soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontram o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazem tudo para esticá-lo; finalmente conseguem e limpam-se. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molham a mão toda; ou seja, valeu-lhes de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouvem algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que elas: "alguém tem um pedacinho de papel a mais?" Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que lhes corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da sua mãe que estaria envergonhadíssima se as visse assim... porque ela nunca tocou numa sanita pública (porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)....)
Estão exaustas! Quando param já não sentem as pernas, arranjam-se velozmente e puxam o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vão para o lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembram-se do lenço de papel...), então não podendo soltar a mala nem durante um segundo, penduram-na no seu ombro; não sabem como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocam até lhes sair um jatozito de água fresca, e conseguem sabão, lavam-se numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usam o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secam as mãos nas calças - porque não vão gastar um lenço de papel para isso - e saiem...
Nesse momento vêm o seu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto as esperava.
"Mas por que é que demoraste tanto?" - pergunta-te o idiota.
"Havia uma fila enorme" - limitam-se a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-lhe na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-lhe o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só têm de se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra-portas! Passa isto aos desgraçados dos homens que sempre perguntam "querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?" .... IDIOTAS!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Complementaridade num banco de um jardim.
Diz o zoófilo: "Vamos apanhar um gato!"
Diz o sádico: "Vamos apanhar um gato e torturá-lo!"
Diz o assassino: "Vamos apanhar um gato, torturá-lo e matá-lo!"
Diz o necrófilo: "Vamos apanhar um gato, torturá-lo, matá-lo e violá-lo!"
Diz o pirómano: "Vamos apanhar um gato, torturá-lo, matá-lo, violá-lo e atear-lhe fogo!"
Diz o masoquista: "Miau!"
Isto no século XXI.
(Extractos da entrevista feita por Pedro Almeida Vieira e publicada no "Notícias de Sábado", suplemento semanal do "DN", de 6 de Outubro 2007)
Monsenhor LG: Havia e hoje também há. No tempo em que não havia divórcios, havia situações bastante dolorosas, mas a pessoa resignava-se. A mulher dizia: calhou-me este homem, não tenho outra possibilidade, vou fazer o que posso. Ao passo que hoje as pessoas querem safar-se de uma situação e caem noutras piores.
Jornalista: Na sua opinião, uma mulher agredida pelo marido deve manter o casamento ou divorciar-se?
Monsenhor LG: Depende do grau da agressão.
Jornalista: O que é isso do grau da agressão?
Monsenhor LG: Há o indivíduo que bate na mulher todas as semanas e há o indivíduo que dá um soco na mulher de três em três anos.
Jornalista: Então reformulo a questão: agressões pontuais justificam um divórcio?
Monsenhor LG: Eu, pelo menos, se estivesse na parte da mulher que tivesse um marido que a amava verdadeiramente no resto do tempo, achava que não. Evidentemente que era um abuso, mas não era um abuso de gravidade suficiente para deixar o homem que a amava.
Jornalista: A questão do aborto é outro dos temas em que a Igreja recebe críticas …
Monsenhor LG: Aí é um caso limite em que não há qualquer hipótese da Igreja Católica vir a ceder. A Igreja entende que não temos direito sobre o nosso igual. A vida existe porque Deus quer.
Jornalista: Não faria sentido que, exactamente para evitar abortos, a Igreja tivesse outra postura em relação ao uso de preservativos?
Monsenhor LG: Não creio que em relação ao preservativo seja fácil. Além disso, sabemos que não há capacidade para distribuir a toda a população mundial, sabendo-se ainda que entre 20 a 30 por cento da Humanidade vivem com menos de um dólar por dia, que é o preço de um preservativo.
Jornalista: Porque é que a Igreja se mostra sempre tão rígida, se Deus nos criou com o corpo que temos, as sensações e as necessidades….
Monsenhor LG: Não uma questão da Igreja Católica nem doutras religiões. A sociedade entendeu que a melhor forma de preservar a paz, no fundo o progresso, foi tirar as mulheres da frente dos homens. O perigo não são as mulheres, o perigo está nos homens.
Jornalista: Isso parece-me uma evolução. Há uns séculos, a mulher é que corporizava o mal, o desejo…
Monsenhor LG: Atenção, corporizava no sentido em que se entendia estar a propensão activa no homem. Se o homem não se impressiona com a mulher, a mulher não se impressiona com o homem. O perigo está nos homens, está no macho.
Jornalista: Fala-me disso e recordo-me de um sermão do século XVII em que um padre culpava os decotes das mulheres pela seca porque os homens não estavam atentos nas missas…
Monsenhor LG: Digo-lhe uma coisa. Tenho para mim que a falta de aproveitamento dos nossos jovens está na sexualidade que lhes absorve a atenção, mesmos sem estímulos externos, o principal dos quais é a mulher. Você sabe como é a imaginação de um jovem. Ponha agora uma rapariga ao lado e vai ver como ele se distrai mais rapidamente do que com um homem.
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| Fim do Extracto da Entrevista |
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Já não há homens deste calibre.
Firme: exacto. Foi mesmo isso que eu quis dizer.
Firmeza certa. No local certo. Na hora oportuna.
domingo, 1 de abril de 2012
Lá como cá.....
Pai, é verdade que em algumas zonas da África o homem não conhece a sua esposa até ao dia do casamento?
Resposta do pai:
Isso acontece em todos os países filho.
Técnicas para desmoralizar um homem...
(Mulher) - Nokia. E o teu?
(Homem) - Uau! Isto aqui é uma calçada ou uma passarela de moda?
(Mulher) - Hum, agora apanhaste-me ... É que eu não sou daqui. Então não te sei responder...
(Homem) - Eu não tiro os olhos de ti!
(Mulher) - Ainda bem, né? Senão eu fico cega!
(Homem) - Boa! Eu não sabia que boneca andava!
(Mulher) - Sério? Olha lá? De onde vens tu? Agora a Barbie até anda de bicicleta!
(Homem) - Que curvas, hein!
(Mulher) - Nem me fales ... Eu bati o carro 7 vezes para chegar a esta festa!
(Homem) - Esse teu vestido vai ficar lindo atirado ao chão do meu quarto!
(Mulher) - Queres comprar um igual para fazer um tapete? Eu indico-te a loja...
(Homem) - O meu coração disparou quando te vi!
(Mulher) - Socorro! Chamem a ambulância! Este homem está em pleno ataque cardíaco!
(Homem) - Eu quero o teu amor, gata! (ESSA É A MELHOR)
(Mulher) - Espera só um pouquinho... Amor! Está aqui um homem que também te quer!
(Homem) - Quer beber alguma coisa?
(Mulher) - Ainda bem que você apareceu, garçon!
(Homem) - Dá-me o teu telefone, vai!
(Mulher) - Socorro! Um assalto!
Concurso de frases sobre mulheres.
Eis os resultados....
Os alunos de Medicina elegeram a seguinte frase:
"Ninguém conhece o corpo da mulher como nós."
Em seguida, os alunos de Direito:
"De que adianta conhecer o corpo, se só nós sabemos fazer Direito?"
O pessoal de Gestão não deixou por menos:
"Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem?"
O pessoal de Gestão já estava quase a ganhar, quando a Turma de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
"Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"
Acham que terminou por aí? Nem pensar!
Veio o pessoal da Publicidade e disse esta:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não o puderem contar ao mundo?"
Mas esta frase, do pessoal de Engenharia, parecia talhada para ser a campeã:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer várias vezes?"
No entanto, a turma de Economia conseguiu ultrapassar a turma da Engenharia:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"
Porém, surgiram as MENINAS DA TURMA DE NUTRIÇÃO e passaram uma rasteira em todas:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes e ter dinheiro?
No final das contas, "a gente sempre precisa ensinar a comer!"
Memórias de um padre.
"Coloque umas gotinhas de vodka na água e vai conseguir relaxar."
Assim fiz e, no seguinte domingo estava tão relaxado que sentia que podia falar bem alto até no meio de uma tempestade. Ao chegar a casa no fim da segunda missa encontrei um bilhete do meu Bispo a dizer:
1 - Da próxima vez, coloque umas gotinhas de vodka na água e não umas gotinhas de água na vodka.
2 - Não é necessário colocar limão e sal na borda do cálice.
3 - O Missal não é, nem deverá servir, de apoio para o corpo.
4 - Aquela casinha ao lado do altar é o confessionário e não o WC.
5 - Evite apoiar-se na imagem da Nossa Senhora e muito menos abraçá-la e beijá-la.
6 - Os mandamentos são 10 e não 12.
7 - 12, são os apóstolos, e nenhum deles era anão.
8 - Não nos devemos referir ao Nosso Senhor o Salvador como "JC & Companhia".
9 - Não deverá referir-se a Judas como "filho da puta".
10- Não deverá tratar o Papa por "O Padrinho".
11- Judas não enforcou Jesus e Bin Laden nada teve a ver com esta história.
12- Nunca reze a missa sentado nas escadas do altar.
13- Utiliza-se o termo ámen e não "ó meu".
14- As hóstias devem ser distribuídas pelos fiéis. Não devem ser utilizadas como aperitivos antes do vinho.
15- Os pecadores vão para o inferno e não para "a puta que os pariu".
16- Não deve sugerir que escreva na porta da Igreja "HÓSTIA BAR".
PS: aquele que estava sentado ao lado do altar ao qual se referiu como "paneleiro, travesti de saia" era EU!!!!!!!
Espero que as suas falhas sejam corrigidas no próximo domingo.
O Bispo.



