O céu estava claro,
A lua, quase dourada,
Eu e ela ali no campo,
Não se via mais nada.
Sua pele, suave,
Suas ancas, expostas,
Eu, tocava, de leve,
O macio de suas costas.
Não sabia como começar,
Olhei seu corpo esguio,
Decidi pôr as mãos,
Sobre o seu peito macio.
Sentia medo,
Meu coração fortemente batia,
Enquanto ela, bem lentamente,
As firmes pernas abria.
Vitória! Consegui!
Tudo, então, melhorou,
Pelo menos desta vez,
O líquido branco jorrou.
Finalmente, tudo acabado,
Mas, quase saio de maca,
Foi assim a primeira vez,
Que tirei leite a uma vaca!
1 comentário:
Muito bom... no meu caso foram mais as mãos com calos.
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